Saúde alerta para proibição de câmaras de bronzeamento

Técnicos da Equipe de Vigilância de Serviços de Interesse à Saúde da Secretaria Municipal de Saúde (EVSIS/CGVS/SMS) alertam para a proibição do uso de câmaras de bronzeamento. O regramento é estabelecido pela Resolução 56/2009 da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e é resultado de estudo da Agência Internacional para Pesquisa sobre Câncer, ligada à Organização Mundial da Saúde. De acordo com este estudo, o bronzeamento artificial aumenta em até 75% o risco de desenvolvimento de melanoma, um tipo muito agressivo de câncer, pois a partir da pele pode atingir órgãos internos.
No Brasil, a presidente da Sociedade Brasileira de Dermatologia, Denise Steiner, destaca que o melanoma é o tipo de câncer de pele mais perigoso. As câmaras emitem raios ultravioleta do tipo A, também conhecidos como UVA. Esses raios se aprofundam na pele, sendo os raios solares que atingem a superfície da terra do nascer ao pôr do sol. Noventa por cento da luz emitida nas câmaras de bronzeamento são raios UVA. “Essa luz é um pouco traiçoeira, porque, na verdade, ela não deixaria a pele vermelha”, explica Denise. O usuário da máquina não percebe que a pele está sendo agredida, ficando exposto a um grave risco, de acordo com informação da presidente da Sociedade Brasileira de Dermatologia.
Diferentemente dos raios A, os raios ultravioleta do tipo B chegam à superfície terrestre no período entre 10h e 14h. Os raios B queimam apenas a parte mais exterior da pele, provocando queimaduras e ardências comuns no verão após exposição ao sol sem proteção.

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